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Compra do Imóvel com FGTS.

FGTS



Para realizar o sonho de conquistar a casa própria, a maior parte dos brasileiros conta com o FGTS.




Entretanto, para usar esse fundo o interessado terá um custo bancário adicional de até R$ 1.900,00. Saiba porque neste artigo:

Como vistoriar o Imóvel Alugado.

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A vistoria orienta o inquilino sobre como o imóvel deve estar na devolução. Aprenda como fazê-la:




Uma das cláusulas do contrato de locação diz que o inquilino deve devolver o imóvel alugado para o proprietário da mesma forma que o encontrou no início do contrato. 

Se a pintura era nova, será preciso pintar novamente da mesma cor; se o carpete era novo e limpo, será preciso mandar lavá-lo, e se houver algum dano, até trocá-lo. 

Qualquer dano deverá ser reparado, mas os desgastes que já existiam antes da chegada do locatário poderão permanecer como estão. Para evitar problemas na hora da entrega das chaves, portanto, é fundamental fazer um laudo de vistoria assim que o contrato é firmado. 

No laudo de vistoria, inquilino e proprietário devem listar todas as condições de conservação do imóvel, como o estado da pintura, do piso, do carpete, das portas e de eventuais móveis, além de fotografar cada detalhe.

Esse laudo se torna parte integrante do contrato de locação, e é baseado nele que o inquilino vai ajeitar o imóvel para a entrega, quando for embora. Mas o que exatamente deve ser observado?

Confira a seguir um check list com 7 itens que devem estar presentes na vistoria do Imóvel Alugado:

1. Pintura: Especifique com que cor e tipo de tinta as paredes, tetos, portas e janelas da casa estão pintados e qual é o estado da pintura. 

imovel alugado


2. Fechaduras e trincos: Sinalize o estado de conservação e funcionamento de todos os trincos e fechaduras da casa.





3. Hidráulica: Abra todas as torneiras e cheque o escoamento em todos os pontos de água do imóvel.

4. Pisos, azulejos e revestimentos: Documente o tipo de piso e revestimento de todos os cômodos e o estado de conservação de cada um deles; nas áreas molhadas que tiverem azulejo na parede, faça a mesma coisa.

5. Parte Elétrica: Acenda as luzes, teste todas as tomadas e verifique o quadro de luz para documentar o funcionamento e estado de conservação da rede elétrica.

6. Vidros: É importante notar se os vidros das janelas estão em bom estado, bem como se as janelas estão abrindo e fechando normalmente; registre qualquer trinco ou rachadura que encontrar.

7. Mobília: Caso o imóvel possua algum móvel, como armários, estantes, gabinetes etc., certifique-se de inserir no laudo de vistoria o estado de conservação de cada um deles, bem como o funcionamento de puxadores e dobradiças, no caso de portas de armários, gabinetes e afins.

Se depois da vistoria o inquilino encontrar algum problema estrutural, como um entupimento do prédio que afetou os canos do apartamento, ou mesmo uma infiltração, que não pôde ser identificado na hora de fazer o laudo inicial, a responsabilidade pelo conserto é do proprietário. Nesse caso, ou o locador paga o conserto, ou abate o valor do aluguel.

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Do Imóvel Antigo para o Sustentável.

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O mercado está cada vez mais preocupado em lançar empreendimentos sustentáveis, no entanto, será que existe alguma forma de aperfeiçoar construções antigas, onde não existiu tal cuidado? 





De acordo com o presidente do Grupo SustentaX, Newton Figueiredo, não só existe como já é uma tendência no mercado brasileiro. A redução dos custos operacionais e a melhora na qualidade dos ambientes através de ações sustentáveis. São irreversíveis!

"Atualmente, já existe uma maior demanda por operações sustentáveis em empreendimentos construídos, do que aqueles em processo de construção. É uma tendência em países como os Estados Unidos e que vem crescendo no Brasil, inclusive na região Nordeste, onde cidades como Fortaleza, Salvador e Recife despontam como maiores interessadas", diz Newton Figueiredo.

Custo x Benefício:

Segundo o presidente do Grupo SustentaX, o custo total para tornar um imóvel sustentável depende diretamente da idade e do estado do empreendimento. Conforme diz, "o valor pode variar de R$ 250 mil a R$ 400 mil".

Entre os benefícios citados por ele estão: melhoria da qualidade de vida para os ocupantes, redução dos impactos para as cidades, efetiva redução de custos operacionais, gerando maior competitividade e também rentabilidade para seus investidores.

“É um investimento considerável, mas é preciso reconsiderar o nosso entendimento sobre um prédio sustentável”.

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Um hospital sustentável é aquele que recupera um paciente mais rápido, a escola sustentável é aquele onde o estudante aprende melhor e mais rápido. 

No caso de prédios comerciais, o objetivo é criar condições onde o funcionário possa ter um nível de produtividade elevado. 


Se melhorarmos a qualidade do ar, baixarmos o nível de ruído e levarmos conforto e uma boa iluminação, conseqüentemente criaremos ambientes mais produtivos. Portanto, o objetivo é tornar um empreendimento já existente mais saudável e mais atraente às empresas, ou seja, mais competitivo “, afirma Newton Figueiredo”.

Imóveis Residenciais:

No caso de imóveis residenciais, os benefícios de um prédio sustentável refletem diretamente na saúde de seus moradores. Evitar usar material de limpeza, tintas e vernizes tóxicos, fazer uma separação do lugar onde se guarda o material de limpeza e o local onde é guardado o alimento são ações simples que podem trazer grandes mudanças. 

Figueiredo explica que "75% da poeira que entra em seu ambiente residencial vem pela sola do sapato. Se na entrada não tiver capachos grandes que obriguem a pessoa a dar pelo menos dois passos, já aumenta a probabilidade de uma alergia, por exemplo".

Diferencial:

imoveis sustentáveis


Para o presidente do Grupo SustentaX, que esteve à frente da certificação LEED para operação e manutenção dos empreendimentos CYK, na avenida Paulista, e no edifício da Editora Abril, na marginal Pinheiro, ambos em São Paulo:



O fato de um imóvel se tornar sustentável é um diferencial que pode ser fundamental na hora da construtora ou imobiliária realizarem suas vendas.

"Em um mercado muito aquecido, a preocupação com sustentabilidade diminui, mais hoje já não é bem assim. O mercado imobiliário enfrenta algumas dificuldades e se preocupa com o que tem a oferecer ao consumidor, dessa forma, os benefícios da sustentabilidade serão um diferencial na hora de convencer o cliente" conclui Newton.

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Arquitetura, Decoração e Reformas.

Financiamento para Construção e Reforma.


Fonte: www.diariodonordeste.com.br

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Aberta a Temporada de Lançamentos.

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Segundo semestre de 2012 concentrará 70% dos Lançamentos Imobiliários.





Assim como ocorre todo o ano, o segundo semestre deste ano concentrará o maior volume de lançamentos imobiliários. Segundo estimativas do Secovi-SP nos últimos seis meses de 2012 serão lançados 70% dos empreendimentos.

As perspectivas do sindicado mostram que de todos os lançamentos imobiliários deste ano, 29,5% aconteceram no primeiro semestre do ano e os 70,5% restantes ficarão para o segundo semestre. Em 2011, por exemplo, o maior volume também ficou nos últimos seis meses do ano.

No ano passado 37% dos lançamentos, aconteceram no primeiro semestre do ano, enquanto os 63% restantes ficaram para o segundo. A distribuição ainda é bastante semelhante ao que aconteceu em 2010, com 35,6% dos lançamentos no início do ano, e 64,4% no final.

Queda do Número de Lançamentos: 

O Secovi-SP também estima que serão lançadas cerca de 30 mil unidades em São Paulo este ano. O volume representa uma retração de 20% frente ao total de lançamentos de 2011.  

Última Noticia:

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Bolha Imobiliária nos EUA chega ao Fim!




Nesta semana, vários indicadores econômicos ofereceram o primeiro indício da atividade nos EUA no segundo semestre do ano, marcados pelas expectativas de recuperação no mercado imobiliário.

Apesar das hipotecas terem ficado mais baratas e o desemprego elevado atrasarem a recuperação do mercado imobiliário, este setor da economia há muito deprimido, mostrou alguma luz no fim do túnel, e economistas ouvidos pela Dow Jones acreditam que essa recuperação deve se manter.

Economistas prevêem que o índice de confiança das construtoras de casas (NAHB), previsto para ser divulgado amanhã, deve ficar em 30 (Julho), acima dos 29 registrados no mês passado. 

Esse dado será seguido pela divulgação, na quarta-feira, das construções de moradias iniciadas, cuja expectativa é de aumento para 745 mil em junho, de 708 mil em maio. 

Por fim, o setor encerra na quinta-feira a divulgação de dados as vendas de moradias usadas, com previsão de alta pelos economistas para 4,65 milhões em junho, de 4,55 milhões em maio.


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Imóveis de Luxo por Cotas.

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Novo conceito de comercialização imobiliária permite a aquisição de imóveis de luxo, destinados ao lazer, em um sistema fracionado, sendo possível adquirir mansões, que valem milhões de reais, por valores bem menores.



Na prática, o interessado compra frações ou cotas das casas ou apartamentos, que lhe dará direito de usufruir os imóveis de duas a quatro semanas no ano. Cada casa é vendida para 8 ou 12 pessoas ao mesmo tempo, tendo todos a escritura do imóvel.

Um imóvel, por exemplo, avaliado em R$ 2 milhões e vendido para 12 pessoas, sai, para cada um, por aproximadamente R$ 180 mil.

E cada um dos proprietários terá o direito de usufruir a residência por quatro semanas no ano, sendo duas semanas na alta estação e duas na baixa. É uma forma de adquirir um imóvel de alto padrão por um preço mais baixo em relação ao valor integral do empreendimento.

Intermediação:

Quem faz a intermediação entre a construtora do empreendimento e o interessado em comprar os imóveis é a RCI Internacional. De acordo com o Diretor Brasil, Alejandro Moreno, a modalidade de venda já está consolidada fora do Brasil e parece ser uma tendência no País.

“É bastante interessante principalmente pela questão da segunda residência. Normalmente as pessoas compram uma casa na praia com investimento alto e pouca utilização”, avalia. Ou seja, a segunda residência acaba tendo uma ociosidade muito grande enquanto “a compra fracionada é muito mais racional”, diz.

Baixo Investimento:

Comprar na modalidade fracionada permite um investimento mais baixo, para um imóvel de alto padrão e com uma utilização muito mais intensa.

imoveis de luxo


Além disso, o dono de cada fração tem o direito de fazer o que desejar com suas semanas de uso. Pode alugar para terceiro e emprestar para amigos, basta respeitar as regras impostas no contrato.




É uma forma de não perder dinheiro com a segunda residência, já que muitas vezes ter um imóvel para lazer é visto mais como uma despesa do que qualquer outra coisa.

“A segunda residência normalmente fica parada a maior parte do ano. E quando o proprietário chega tem muito mais dor de cabeça, com a lista de itens que o caseiro apresenta para que sejam consertados, do que tranqüilidade”.

Na modalidade fracionada, ainda conforme explica Moreno, é preciso pagar um taxa mensal para a manutenção do imóvel, como um condomínio, mas a casa está sempre pronta para receber os proprietários.

Uso Racional:

Além de permitir a aquisição de imóveis de luxo por preços mais acessíveis, Moreno ainda ressalta que é uma forma muito mais consciente de usar as casas “o imóvel não fica parado”, diz.

Atualmente, a RCI trabalha com 9 empreendimentos de luxo que são comercializados na modalidade fracionada, com perspectiva de crescimento no Brasil.

Apesar de os imóveis serem de alto padrão, o público para essa modalidade não são pessoas extremamente ricas, classe AAA, mas sim aquela classe que embora tenha poder aquisitivo alto, não necessariamente teria condições de comprar o imóvel sozinho.

Ultimas do Artigo:

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O Diretor Brasil da RCI, Alejandro Moreno, recebe nesta quarta e quinta-feira, dia 18 e 19, em São Paulo, o diretor da Teixeira Holzmann Empreendimentos Imobiliários, Marcos Holzmann.




Os executivos além de visitarem empreendimentos, debatem sobre o mercado que cresce a cada no País. A construtora afiliada ao sistema de férias compartilhadas da RCI aposta no segmento de imóveis de alto padrão e na implantação de uma rede de hotéis resort. 

Os Empreendimentos estão distribuídos em cinco estados brasileiros Paraná (PR), São Paulo (SP), Mato Grosso (MT), Espírito Santo (ES) e Rio de Janeiro (RJ). A Teixeira Holzmann tem sede em Londrina (PR) e detém hoje um capital de 10 milhões de m² de áreas empreendidas ou em desenvolvimento.

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Por: Viviam Klanfer Nunes.

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Fiscalizando a Construção do Imóvel.

construção do imóvel



Para evitar surpresa ao final do projeto, é fundamental que o comprador acompanhe a obra de perto!




Ao comprar um imóvel na planta ou em construção, existe um longo período á frente até a finalização da obra, isso não quer dizer que podemos esquecer o imóvel, e preocuparmos somente com a entrega das chaves.

Para o presidente da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo), Marco Aurélio Luz, fiscalizar a obra é fundamental e a melhor forma de fazer isso é definindo uma Comissão de Representantes. De acordo com Luz, é dever das construtoras informar aos novos proprietários o direito de organizar essa comissão. 

Caso contrário, o próprio comprador do imóvel pode tomar a iniciativa de convocar uma assembléia com as pessoas que também estão comprando uma unidade para eleger, no mínimo, três representantes que irão acompanhar o andamento da construção e repassar as informações aos demais moradores. 

A fiscalização da obra inclui examinar a qualidade dos materiais utilizados, o cronograma da construção, a metragem do imóvel e checar a idoneidade da construtora e incorporadora.




A verificação deve ser feita no mínimo de três em três meses e, após esse período, os representantes deverão apresentar um relatório completo aos demais compradores.



Para finalizar, o presidente da AMSPA afirma que a formação da comissão não deve ter como objetivo confrontar as construtoras, mas, sim, realizar um trabalho em conjunto. 

“A composição da ‘Comissão de Representantes’ visa encontrar a melhor solução para quando surgir eventualidades durante a obra, ou seja, a intenção é incentivar a transparência para que os compradores não sejam pegos de surpresa nos casos de contratempos ou encontrem problemas quando receberem as chaves do imóvel”, completa Marco Aurélio Luz.

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"Minha Casa, Minha Vida" com Estilo!

minha casa, minha vida


Suíte, área de lazer completa, elevador, varanda, além de localização privilegiada são agora os diferenciais dos empreendimentos financiados pelo programa 'Minha Casa, Minha Vida'. 



Os condomínios do programa "Minha Casa, Minha Vida" ganham mais estilo e atraem compradores com crédito farto, juros menores e prazo maior para pagar (35 Anos). É possível encontrar unidades a partir de R$ 85 mil.

O perfil do comprador de imóveis está cada dia mais exigente. Ele não aceita mais apenas a casa ou apartamento simples. Têm levado em consideração a qualidade do acabamento, a área de lazer e a segurança do local.

Prontos para Morar:

A MDL Realty construiu o Vitória Duque de Caxias. A área de lazer é o principal diferencial, com itens como piscina, deck molhado, playground, praças temáticas, espaço fitness e salão de festas, entre outros.

Outro atrativo está na tipologia das unidades, o Vitória conta com 32 apartamentos disponíveis e prontos para morar, de dois e três quartos. As unidades são vendidas a partir de R$ 152.830,00

A Even investiu na localização para chamar a atenção. O condomínio Caminhos da Barra fica próximo à Barra da Tijuca e tem unidades de dois quartos também pelo programa 'Minha Casa, Minha Vida', e ampla área de lazer.

A AG Prima também possui empreendimentos pelo programa habitacional do governo federal. O Praia Bela, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, tem 240 unidades de dois e três quartos, além de lazer e segurança 24 horas. 

Os apartamentos custam a partir de R$ 90 mil e financiamento pela Caixa Econômica Federal em até 35 anos. Já a segunda fase do Nirvana Beach Club, também na mesma região, conta com 164 unidades, todas de frente para o mar.

Ajustes nos projetos imobiliários para agradar os compradores:

minha casa, minha vida


Suíte e área de lazer foram as principais mudanças nos projetos do 'Minha Casa, Minha Vida', de acordo com o diretor da Brasil Brokers, Ariovaldo Rocha Filho. Ele destaca que os projetos foram aprimorados para dar mais liquidez ao negócio.



"Para um imóvel de R$ 170 mil (limite do programa) é preciso ter uma renda familiar de R$ 5 mil. E, nestes casos, já existem empreendimentos que custam um pouco mais e oferecem também juros acessíveis, por isso foi necessário o ajuste", explica Rocha Filho.

Ele lembra ainda que o empreendimento Minha Praia, na Avenida Salvador Allende, na Barra da Tijuca, da MDL Realty e Living, tem metragem de 48 metros quadrados e apenas um banheiro, mas a localização é privilegiada.

Descontos, armários planejados nos cômodos e piso de porcelanato:

A FMAC Engenharia também investe nos segmentos econômico e no 'Minha Casa, Minha Vida', mas com acabamento diferenciado e padrão dos condomínios que constrói na Freguesia e no Recreio dos Bandeirantes.

Segundo o diretor de Incorporação da empresa, Rodolfo Machado, um dos destaques foi o Norte Parque, que se enquadra no programa habitacional e está sendo entregue.

"O empreendimento foi em parceria com a PDG e está ao lado do Norte Shopping. A área de lazer é um dos diferenciais", diz Machado, que já anuncia mais um lançamento no segmento econômico que será na Praça Seca, com porcelanato, suíte e armários planejados.

A Fernandes Araujo oferece 3% de desconto para quem comprar um dos apartamentos do Moradas de Bangu, com preços a partir de R$ 168.100 e financiamento da Caixa Econômica Federal. Já a construtora Aliança tem casas duplex a partir de R$ 240 mil no Município de Duque de Caxias.

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Por: Cristiane Campos


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A Segurança da Casa em primeiro Lugar.

seguro residencial


Assaltos, incêndios e alagamentos são apenas alguns dos imprevistos que podem comprometer a segurança do lar e o orçamento familiar “, observa o advogado imobiliário Carlos Samuel Silva Freitas”.



Para o especialista, ter um seguro residencial é primordial. Ele explica que o aquecimento do mercado imobiliário e a elevação da renda da população também contribuíram para que a adesão a esta modalidade aumentasse. "Antigamente, os seguros residenciais eram considerados artigos de luxo. Hoje, quem tem um imóvel não pensa duas vezes para contratar o serviço", afirma.

A Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) confirma esta expansão do segmento no Brasil. Em 2011, o mercado de seguros residenciais faturou R$ 1,44 bilhão, valor 15% superior ao registrado em 2010. Nos primeiros três meses de 2012, o faturamento superou R$ 377,1 milhões. 

"A proteção do imóvel promove uma sensação de conforto e tranqüilidade para o proprietário. Além disso, o serviço garante suporte quando necessário", ressalta Freitas, que também é diretor do departamento Comercial e de Locações da Primar Administradora de Bens.

Para proteger o patrimônio, as seguradoras oferecem diversos planos e serviços agregados, segundo o especialista, mais do que atender aos sinistros, a tendência dos seguros é resolver problemas emergenciais, como questões relacionadas à parte hidráulica e elétrica do imóvel. 

seguro residencial

"A oferta de outros tipos de serviços cresce conforme a demanda, a variedade de produtos oferecidos tem como objetivo facilitar o acesso das famílias ao seguro residencial, independentemente da renda. O preço praticado depende da cobertura. O proprietário escolhe a opção que cabe no seu bolso", completa.


As coberturas tradicionais incluem assistência em caso de incêndio, roubo, explosão, danos elétricos, vendavais, granizo, desmoronamento e outros. Os valores da indenização variam conforme a localização do imóvel, uso, tipo de construção e do produto contratado.

Caso a residência esteja em um condomínio, o seguro deve ser individual, já que as coberturas condominiais cobrem o terreno e não cada unidade habitacional. Para quem ainda tem dúvidas sobre o seguro residencial, o site Tudo sobre Seguros traz todas as informações sobre os produtos e coberturas disponíveis no mercado. 


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Mercado ajusta o Valor do Imóvel.

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O setor imobiliário passa por um ajuste. A forte valorização dos imóveis nos últimos anos deixou a casa própria mais distante do brasileiro, o que contribuiu para uma queda nos lançamentos neste ano.



Em São Paulo, por exemplo, o preço médio dos imóveis subiu 140% entre janeiro de 2008 e junho de 2012, segundo o Índice FipeZap. Em compensação, o volume de lançamentos caiu cerca de 30% no ano. 

Com isso, a expectativa de especialistas e do próprio Sindicato da Habitação (Secovi-SP) é de que os preços devem se estabilizar. Por ora, ninguém aposta em uma queda generalizada, embora algumas localidades possam passar por esse processo. 

A renda da população não aumentou na mesma proporção dos preços e, por isso, muitos consumidores não conseguem comprar imóveis na região onde moram. Para adquirir um apartamento de 100 metros quadrados na Bela Vista, um bairro de classe média situado na região central de São Paulo, o cliente precisa de uma renda familiar líquida de R$ 17 mil/mês se quiser financiar 80% do valor do bem. 

Só que, na localização citada, apenas 18% da população ganha mais de R$ 15 mil por mês, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O mesmo exercício aplicado a outros bairros aponta resultados semelhantes. 

"Está cada vez mais difícil para o consumidor comprar a casa dos sonhos nas grandes cidades. Quem poderia comprar um apartamento de 70 m² há um ano hoje compra um de 50 m²", disse o vice-presidente de incorporação imobiliária do Secovi-SP, Emílio Kallas. "O preço alto é ruim para os incorporadores. O público consumidor dos empreendimentos fica menor."

Euforia:

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O descompasso entre a renda da população e o preço dos imóveis provocou uma parada técnica no mercado, avalia o diretor da consultoria Embraesp, Luiz Paulo Pompeia, especializada no setor imobiliário.



"Houve uma euforia de incorporadores e consumidores. Mas o poder aquisitivo tem limites e muitos lançamentos não cabem no bolso do cliente", disse.

Na opinião de Pompeia, os preços devem se manter estáveis na média, mas, em alguns casos, podem até cair no ano que vem. "De 30% a 40% dos compradores de imóveis são investidores, não é o consumidor final. Há 7 anos, esse índice era de 15%. Eles precisam revender, mas, em alguns bairros, a demanda real já foi absorvida, principalmente por imóveis de alto padrão." 

Em São Paulo, o especialista vê potencial para queda de preços em bairros como Campo Limpo, Vila Madalena, Bela Vista e Alto da Lapa. "A exceção é o segmento econômico (renda mais baixa). Há demanda real para movimentar o mercado pelos próximos dez anos", disse.

Embora continuem otimistas com as perspectivas para o setor, os bancos, que nos últimos anos abriram as torneiras do crédito imobiliário, não descartam estabilização dos valores. "Os preços não vão subir com a mesma velocidade de antes. Veremos mais moderação e, eventualmente, alguma acomodação", disse o diretor do departamento de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges. 

"Estamos assistindo a um ajuste entre oferta e demanda", emenda o diretor de crédito imobiliário do Banco do Brasil, Gueitiro Matsuo Genso. "Mas vemos perspectivas para um crescimento robusto para o setor."

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Ainda sobre as perspectivas para os preços, o coordenador do Índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn, também adota um tom cauteloso. "Não voltaremos mais àquela situação de altas muito expressivas", afirmou. 



O diretor financeiro da construtora Eztec, Emilio Fugazza, relata que a margem bruta média das incorporadoras de capital aberto caiu de 39% para 26% entre 2007 e 2011. "O custo para construir subiu mais do que os preços dos imóveis", disse.

Projetos:

As incorporadoras não atribuem a retração dos lançamentos à alta dos preços, mas a dificuldades em aprovar novos projetos. "Chegamos a levar quatro anos para conseguir a liberação de um empreendimento em todos os órgãos reguladores", disse o vice-presidente do Secovi.

Segundo ele, o setor tem enfrentado entraves para lançar empreendimentos pela falta de terrenos aptos à incorporação e pela demora na aprovação de projetos. Para o Secovi, a solução para controlar os preços está na flexibilização das regras para lançamentos, o que viabilizará a expansão da oferta.

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Reformar para Vender o Imóvel.

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Uma reforma antes de colocar o imóvel à venda pode significar maior valorização e mais chances de sucesso na negociação. 




Especialistas no mercado imobiliário orientam os proprietários a fazerem uma sessão de "embelezamento" e providenciar alguns reparos, antes de abrirem as portas da casa ou do apartamento para as visitas dos compradores.

Antônio Beltrame, da Beltrame Imóveis, recomenda pintar o imóvel interna e externamente, no caso de casas e sobrados, substituir pisos e azulejos, trincados ou quebrados, e revisar as partes elétrica e hidráulica. 

"Deve ser uma reforma básica. Com pouco investimento, a cara do imóvel pode mudar totalmente", diz. A Recomendação é pintar o imóvel com cores neutras antes de abrir as portas para visitas de compradores

Ele destaca que se houver um questionamento sobre a qualidade do acabamento, o comprador pode ser levado a raciocinar sobre o alto investimento de uma reforma. "Como é comum o comprador desconhecer valores, pode refletir que o custo para fazer os consertos será alto e a conseqüência será a desistência da compra", observa Beltrame.

Além de observar itens como as condições do revestimento e infiltrações, Beltrame orienta que a reforma não pode ser profunda e não deve conter elementos pessoais. "A pintura deve ser neutra, com cor básica, normalmente branca ou gelo. Uma parede colorida pode espantar os compradores", opina.

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Critério semelhante é apontado pela arquiteta Fernanda Maróstica. "Cores muito vibrantes têm que estar harmonizadas com o contexto da decoração e isso é muito pessoal. Uma pintura básica com certeza vai viabilizar a venda", avalia.



A arquiteta afirma que entre os itens que o comprador analisa na hora de comprar o imóvel estão a cozinha e o banheiro. “Uma cozinha planejada pode significar uma preocupação a menos para o novo morador”.

É importante também que o banheiro esteja em ótimo estado. Os materiais não precisam ser caros, mas devem ser novos e ter o aspecto de limpeza “, comenta”.

Fernanda sugere ainda um investimento maior na fachada com o cuidado de limpeza no quintal, pintura das grades e algum detalhe com elementos naturais. "Um toque de paisagismo ajuda a valorizar o imóvel. O local tem que estar agradável, porém sem muitas características da personalidade dos proprietários", declara.

Na parte de revestimentos, os especialistas lembram que atualmente existem pisos e azulejos que podem ser colados por cima do antigo, sem transtornos. Eles também devem seguir a regra da pintura e não devem ter decorações ou cores.

O básico é sempre a melhor opção. "Os compradores querem entrar na casa, sem preocupações com reformas. É isso que o vendedor deve ter em mente", ressalta a arquiteta.


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Se para o imóvel residencial, a reforma pode agregar valor na hora da venda, para o comercial, os detalhes perdem em importância. 




Normalmente, a compra de salas comerciais é feita por investidores ou empresários. Eles sabem que terão de investir em reforma. Também são conhecedores dos custos dos reparos e isso não impede a compra “, declara Antônio Beltrame”.

Nos casos de imóveis que passam por avaliação de técnicos de um banco, o acabamento dificilmente interfere no trabalho. “Os critérios são outros. Um avaliador não considera a falta da reforma como depreciação. Ele vai avaliar o tempo de uso, o metro quadrado, entre outras características”, diz Beltrame.

Já no setor de locação, a orientação para a reforma é semelhante. A prioridade para alugar um imóvel é o bom estado de conservação do bem.

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Após Comprar o Imóvel, o que Pagar?

custo do imovel

Ao comprar um imóvel, é preciso contabilizar também as despesas com ITBI (Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis), escritura e registro do imóvel em cartório. Para isso, deve-se reservar quantia equivalente a 5% do valor do bem.



O que é ITBI?

Imposto cobrado pelo município a cada transação em que há a mudança de posse ou de direito sobre um bem imóvel. É cobrado no momento em que a escritura é emitida no cartório.

A base de cálculo do imposto é o valor venal do bem. Em negociações pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) ou de interesse social, a alíquota é composta por 0,5% do valor do bem (até limite de R$ 42,8 mil) mais 2% sobre o valor restante. Em negócios fora do SFH, a taxa é de 2% sobre o valor do bem.

Existe isenção de ITBI?

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Não, mas há casos em que o imposto de transmissão é outro. Para heranças ou doações se paga ITCMD (Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos), que é de 4% sobre o valor venal do imóvel.



Quanto custa a Escritura?

Varia conforme o valor declarado do imóvel. Confira aqui a tabela usada pelos Tabelionatos de Notas para emitir esse documento.

É importante verificar se vagas na garagem, no caso de apartamentos, têm escritura própria, pois ela terá de ser feita.

Se Paga também para registrar a escritura no cartório de imóveis da região. Por fim, existe a certidão de ônus do imóvel, que custa R$ 33,34 nos cartórios paulistas. 

Serviços:




Fontes: Anoreg-SP e Rossi.

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Veja como Avaliar um Imóvel usado.

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Para fazer uma boa avaliação, é essencial visitar o imóvel várias vezes, em horários diferentes, a fim de saber como é o cotidiano. 

Comércio local valoriza o imóvel, desde que não na mesma rua, pois pode causar trânsito e barulho, que são fatores de depreciação.



Parque, clube ou shopping próximos podem valorizar o bem, desde que não atrapalhem a mobilidade do morador. Transporte público, escolas e universidades são outros pontos de destaque.

Apartamentos nos primeiros andares são menos valorizados, enquanto as últimas unidades ganham em preço graças à redução do barulho da rua e à boa vista.

Avaliando o Imóvel:

É importante realizar uma vistoria técnica para saber o que pode causar problemas e se será preciso fazer reformas e, assim, pedir desconto no preço.

O mais adequado é contratar um perito para fazer o laudo sobre o bem, ponderando que pontos são de difícil reparo e quais são facilmente resolvidos. Ele cobra, em média, R$ 2.000,00 (imóvel residencial de 100 m2). No site do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia) há contatos de profissionais associados.

Essa vistoria técnica pode ser uma condição para fechar contrato. Para isso, deve ser prevista no compromisso de compra e venda. Assim, o negócio poderá ser desfeito, sem prejuízo do comprador, se a vistoria apontar problemas graves.

De olho na Estrutura:

Verifique se o imóvel tem trincas, se há sinais de afundamento das paredes ou no piso, que podem ser problemas subterrâneos de canalização, estrutura frágil ou fragilizada pela obra de um vizinho.

É preciso olhar se há ferragens aparentes ou descolamento de concreto, o que pode ser sinal de infiltração ou de má qualidade da obra.

Telhado Firme:

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Madeira apodrecida no telhado ou cupim podem levar a um gasto de R$ 20 mil a R$ 30 mil para refazê-lo. Telhas soltas ou calhas entupidas são problemas menores, mas chamam atenção para infiltração na laje.



Elétrica em Ordem:

Cheque o estado de tomadas, interruptores e quadros de distribuição e se houve alteração na instalação e como foi feita.

Em um imóvel com mais de 20 anos provavelmente será necessário redimensionar o sistema elétrico para comportar a demanda de energia de aparelhos eletrodomésticos e eletrônicos. 

Sem Vazamentos:

Em banheiros, cozinha e área de serviço, procure sinais de vazamento. Abra todas as torneiras: água amarelada é sinal de ferrugem nas tubulações. Verifique também a vazão da água.

Em apartamentos, peça para ver o imóvel de baixo para saber se há indício de infiltração. Cheque na fachada se há marcas decorrentes de vazamento.

Converse com o síndico e cheque atas de assembleia do condomínio, pois problemas com a tubulação do prédio podem estar relatados ali.

Esquadrias Novas:

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Caixilhos enferrujados, com cupim, empenados ou apodrecidos devem ser trocados. Além de serem caros, em prédios é preciso encontrar janelas no padrão da fachada.




Paredes e Revestimentos:

O básico é olhar se não existem trincas, rachaduras e manchas nas paredes. Problemas podem ser escondidos sob a pintura, e só um profissional poderá detectar uma grande infiltração, por exemplo.

Azulejos e pisos cerâmicos devem estar firmes e não produzir barulho oco, que pode ser sinal de que em breve descolarão da parede. A solução pode ser simples, como a troca de um azulejo, ou exigir substituição de todo o revestimento de um cômodo.

Em piso de madeira, verifique se há pó na madeira, que pode ser indício de cupins, o que exige descupinização e troca do piso.

Áreas Externas:

Na garagem e nas áreas comuns de um prédio, cheque se há rachaduras, trincas ou infiltrações. Reformas serão cobradas no futuro como fundo de obra.

Peça a Planta:

Veja se a planta aprovada na prefeitura confere com o imóvel vistoriado. Exija também a planta hidráulica e a elétrica, para saber onde mexer na reforma.


Serviços:




Fontes: Citti Assessoria Imobiliária, Ibape-SP, Itambé Administradora e Lello Imóveis.

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Financiamento de Imóvel usado triplica.

credito imobiliario



O volume de empréstimos para compra da casa própria tem crescido a cada ano. 





De acordo com o levantamento da Lello Imóveis o número de imóveis residenciais usados vendidos por meio de financiamento triplicaram nos últimos sete anos na capital paulista. 

Do total de unidades comercializadas entre janeiro e maio deste ano, 45% foram por intermédio de empréstimos concedidos pelos bancos. Em 2005, os financiamentos de imóveis usados, do chamado “mercado secundário”, representavam apenas 15% do total vendido na cidade.

As vendas de imóveis prontos para morar na cidade de São Paulo cresceram 14% entre janeiro e maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011, segundo a Lello. 

O valor médio das casas e apartamentos comercializados nos principais bairros do centro expandido da capital paulista nos cinco primeiros meses deste ano foi de R$ 430 mil, contra R$ 400 mil no período de janeiro a maio de 2011 e R$ 350 mil nos cinco meses iniciais de 2010.

As unidades mais procuradas pelos compradores foram apartamentos de um e dois dormitórios com vaga na garagem em condomínios dotados de áreas de lazer, segurança e preferencialmente próximos a estações de metrô. 

Os apartamentos representaram 60% das vendas nos cinco primeiros meses do ano. “Os imóveis continuam valorizando, como prevíamos que iria acontecer, e continuam sendo uma excelente alternativa de investimento, frente à redução das taxas de juros pagas pelas principais aplicações bancárias”, diz Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis.

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Os Imóveis mais procurados da Web.

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Está pensando em comprar um imóvel com objetivo de ganhar com a renda do aluguel? 





Pois os apartamentos de 1 e 2 dormitórios, com metragem entre 40 e 90 metros quadrados são os mais procurados para locação, de acordo com levantamento efetuado pelo VivaReal, portal imobiliário que agrupa imóveis à venda em milhares de imobiliárias de todo o País.

Segundo a pesquisa, as cidades mais procuradas pelos internautas interessados em alugar um imóvel são: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Em São Paulo, os bairros mais pesquisados são Morumbi, Butantã e Moema. No Rio de Janeiro, destaque para a Barra da Tijuca, Campo Grande e Copacabana, enquanto em Belo Horizonte, a maioria das pessoas procura um imóvel para alugar nos bairros Castelo, Jardim Alvorada e Serra.

Maior valor por Metro Quadrado: 

Em São Paulo, os imóveis localizados no bairro dos Jardins possuem o maior valor do metro quadrado de aluguéis da cidade: entre R$ 8,5 mil e R$ 10 mil. 

Na Vila Mariana, o preço médio varia de R$ 7 mil a R$ 7,5 mil, enquanto na região de Perdizes está entre R$ 6,5 mil e R$ 7 mil. Na Bela Vista, o valor médio do metro quadrado do aluguel custa entre R$ 5,5 mil e R$ 6 mil e no Centro, o valor médio está na faixa de R$ 4,5 mil a R$ 5,5 mil.

imoveis


Já no Rio de Janeiro, os bairros Leblon, Ipanema, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea e Botafogo possuem o maior valor de aluguel por metro quadrado, respectivamente.




Imóvel para Compra:

Já quando o assunto é a compra do imóvel, o levantamento do VivaReal mostra que os mais procurados são apartamentos residenciais, mas houve um aumento significativo da busca por casas em condomínios, “reflexo dos problemas urbanos intensificados com o crescimento das cidades”.

Os apartamentos com 2 dormitórios na faixa de até R$ 150 mil, com até 60 metros quadrados e aqueles de 100 a 200 metros quadrados são os mais pesquisados. 

O maior número de ofertas de imóveis para a venda está em São Paulo, com destaque para o bairro do Morumbi, com 7.602 imóveis à venda. Perdizes e Campo Belo também possuem elevado número de ofertas, segundo o site.

No Rio de Janeiro, a Barra da Tijuca lidera, com 6.687 imóveis ofertados no portal, seguida pelo Recreio dos Bandeirantes e Copacabana.

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Saiba realmente o que é a Bolha Imobiliária.

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O ar que infla qualquer bolha de investimento imobiliária ou não, é sempre uma abundante oferta de crédito. 

Ela possibilita que investidores comprem algo que não poderiam apenas com suas rendas (Ricardo Amorim).


O mercado imobiliário gera paixões, para muitos, a compra de um imóvel é a decisão financeira mais importante da vida, para investidores, é um potencial de lucros às vezes fantásticos. Para o país, um poderoso motor de crescimento e geração de empregos.

Desde 2008, venho refutando alegações de que o Brasil tem uma bolha imobiliária preste a estourar. De lá para cá, os preços dos imóveis dobraram, triplicaram ou subiram ainda mais.

Impressionado com o ritmo da atividade imobiliária e com a forte elevação dos preços, resolvi atualizar meus estudos sobre o assunto para checar minhas conclusões.

Analisei as bolhas imobiliárias de todos os países para os quais consegui dados desde 1900, ignorei apenas bolhas imobiliárias regionais como, por exemplo, a causada pela busca do ouro no oeste americano.

Algumas conclusões saltam aos olhos. Primeiro, bolhas imobiliárias costumam envolver forte atividade de construção. Para tornar os dados de construção comparáveis entre diferentes países e períodos, analisei o consumo anual de cimento, per capita, em cada país no ano em que a bolha estourou. 

Não encontrei nenhum estouro de bolha com consumo anual de cimento inferior a 400 Kg per capita. Na Espanha, passou de 1.200 Kg e há casos, como na China atual, de consumo ainda superior, 1.600 Kg, sem estouro de bolha. No Brasil, minha estimativa é de que hoje estamos em 349 Kg.

Segundo, uma bolha imobiliária sempre se caracteriza por preços muito elevados em relação à capacidade de pagamento das pessoas. Considerando-se quantos anos de salários são necessários para comprar um imóvel de preço médio nas principais cidades do mundo, nenhuma cidade brasileira está hoje entre as 20 mais caras.


mercado imobiliario


Por outro lado, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 mais caras. Entretanto, mesmo por esse parâmetro, Brasília, a mais cara do país, ainda é duas vezes e meio mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo.


O ar que infla quaisquer bolhas de investimento, imobiliária ou não, é sempre uma abundante oferta de crédito. Ela possibilita que investidores ou pessoas físicas comprem algo que não poderiam apenas com suas rendas. 

Todas as bolhas imobiliárias que encontrei estouraram quando o total do crédito imobiliário superava 50% do PIB e, em alguns casos, passava de 130% do PIB. Nos EUA, em 2006, um ano antes dos preços começarem a cair, era de 79% do PIB! No Brasil, apesar de todo crescimento dos últimos anos, este número é hoje de 5% do PIB.

Aliás, é sempre uma súbita ruptura na oferta de crédito, normalmente associada a uma forte elevação do custo deste crédito, que faz com que bolhas estourem. No Brasil está acontecendo exatamente o contrário, o crédito imobiliário está em expansão e o seu custo em queda.

Por tudo que pesquisei, concluo que é bastante improvável que haja um estouro de bolha imobiliária no Brasil, pelo menos em breve. Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe.

Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente, os preços atuais já estão elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais.

O mais provável são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares. São exatamente eles que garantiriam que bolhas não estourem em um futuro mais distante.

Artigo de Ricardo Amorim:

Um dos apresentadores do programa Manhattan Connection da Globo News desde 2003, Ricardo Amorim tem presença destacada na indústria financeira mundial há 17 anos.

Atualmente, é presidente da Ricam Consultoria, aconselhando grandes clientes no Brasil, América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia em projetos financeiros e de investimentos.

Fonte: Portal da Administração 


Edição e Publicação | Sergio Amaral | Imovel e Dicas

Taxa de Condomínio, somente depois das Chaves!

entrega das chaves


Devido ao grande volume de lançamentos de imóveis na planta, cresce também o número de compradores insatisfeitos com prazos não cumpridos.




De acordo com recentes pesquisas do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (SECOVI), no período de fevereiro de 2007 a abril de 2011 foram lançados 20.299 unidades na Baixada Santista. 

Dessas 10.781 unidades estão em Santos. Nos últimos quatro anos houve a valorização de 48% dos imóveis na região. Para se ter uma idéia, o valor do m² de quatro dormitórios na região chega à custar R$ 5.552 mil.

Infelizmente na contra mão desse crescimento, há o surgimento de inúmeros problemas como o aumento de compradores insatisfeitos com os contratos com cláusulas abusivas, prazos não cumpridos, vícios na construção, e agora a exigência de pagamento do condomínio antes do recebimento das chaves. 

"Nestes casos, o comprador tem a opção de pagar a cobrança indevida e exigir, na Justiça, a devolução em dobro, com juros e correção monetária", explica o advogado Adriano Dias, especialista em direito contratual e empresarial, do escritório Adriano Dias Advocacia e Consultoria Jurídica.

taxa de condominio


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já definiu que "A efetiva posse do imóvel, com a entrega das chaves, é o momento a partir do qual surge para o condômino a obrigação de efetuar o pagamento das despesas condominiais’. 



Definido conforme relatório de Embargos de Declaração no Recurso Especial (N° 489.647, tramitado no Rio de Janeiro, julgado em 2009).

A entrega das chaves só é feita após a quitação do contrato, o que pode ocorrer com recursos próprios ou financiamento bancário. Em muitos casos, as Construtoras realizam a Assembléia de Constituição do Condomínio e entregam as chaves para aqueles compradores que efetuaram o pagamento à vista. 

"Isso pode ocorrer inclusive sem o habite-se ter sido emitido, lembrando que este é necessário para a liberação do financiamento imobiliário, clientes que dependem de financiamento muitas vezes começam a receber as cobranças das taxas de condomínio, antes do recebimento das chaves", conforme explica o advogado.

Para recorrer ao Judiciário contra a construtora e o condomínio, Adriano destaca que é necessário comprovar a data de recebimento do imóvel, bem como o pagamento indevido das taxas condominiais.

Para isto o motivo do atraso deve ter ocorrido por motivo da construtora, como, por exemplo, falta de documentação para que o banco de prosseguimento no financiamento bancário, falta de habite-se, entre outros.

Serviço: 





Edição e Publicação | Equipe | Imovel e Dicas